Dia a Dia Ensino Fundamental

Relato da professora Cíntia da turma do 4 ano A com relação à sua aula de arte rupestre e primeiros povos (projeto feira desaberes e sabores:Tecendo fronteiras e diversidades

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Written by Eduardo Neto

A aula prática de pintura rupestre com os alunos do 4º ano A teve como objetivo proporcionar uma vivência sobre como os povos pré-
históricos produziam suas pinturas utilizando materiais naturais e a relação com o nosso projeto da escola: feira de saberes e
sabores: Tecendo fronteiras e diversidades. Inicialmente, foi realizada uma retomada do conteúdo já trabalhado na disciplina de
História, relembrando com os alunos as características das pinturas rupestres, sua importância como forma de comunicação e os
locais onde eram encontradas, como as cavernas. Para ampliar a compreensão, foram apresentados alguns exemplos dessas
pinturas, possibilitando a observação e análise dos elementos presentes.
Em seguida, a turma foi organizada em grupos, sendo quatro grupos compostos por cinco alunos e um grupo com quatro alunos.
Apesar da organização coletiva, cada estudante recebeu uma folha individual de papel kraft, que foi utilizada como suporte para a
realização da atividade, simulando as paredes das cavernas onde as pinturas eram originalmente feitas.
Na sequência, foram apresentados os materiais que seriam utilizados na produção das tintas naturais. O café foi utilizado para
representar a cor marrom, o carvão vegetal para a cor preta, o açafrão para a cor amarela e o colorau para a cor vermelha. Para dar
consistência adequada às tintas, foram utilizados cola branca escolar e água. Com orientação, os alunos participaram do processo de
preparação das misturas, ajustando a textura até que estivesse apropriada para a pintura.
Durante a atividade, cada aluno produziu sua própria pintura rupestre em sua folha, sendo incentivado a representar elementos
característicos da Pré-História, como animais, cenas de caça, figuras humanas e símbolos. Também foi estimulada a utilização de
diferentes formas de aplicação da tinta, como o uso das mãos ou de materiais improvisados, aproximando a prática das técnicas
utilizadas pelos povos antigos.
Após a finalização das produções, houve um momento de socialização, no qual os alunos puderam compartilhar seus trabalhos com a
turma e comentar sobre suas escolhas e representações. Para encerrar a aula, foi realizada uma reflexão coletiva sobre o processo
vivenciado, destacando como os povos pré-históricos produziam suas tintas, as dificuldades encontradas durante a atividade e a
importância das pinturas rupestres como forma de registro e comunicação ao longo da história, bem como como seria a natureza de
hoje se retirássemos dela apenas o necessário. As vivências estão sendo maravilhosas, isso porquê nosso projeto está apenas no
processo.

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Eduardo Neto

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