








Durante a proposta pedagógica relacionada aos países participantes da Copa do Mundo, as crianças do maternal da EMEB Carlos Eduardo de Souza vivenciaram uma experiência significativa de exploração e descoberta por meio de frutas conhecidas na América do Norte: a pitaya e o mirtilo, além da banana e da maçã, frutas já presentes em sua alimentação escolar.
A vivência teve início a partir da análise semanal do cardápio durante uma roda de conversa, momento em que as crianças compartilharam quais frutas mais gostavam. Como o tema “Copa do Mundo” tem despertado grande interesse entre elas, conhecer frutas de outros países tornou-se uma oportunidade de ampliar o repertório alimentar e incentivar novos sabores.
Após a conversa inicial, os professores organizaram uma sequência de atividades relacionadas ao tema. Uma das experiências foi o plantio da pitaya na área externa da unidade escolar. As crianças observaram a raiz da planta, tocaram a terra e participaram do processo de plantio, compreendendo, de maneira lúdica, que as frutas vêm da natureza e necessitam de cuidados para crescer. Esse momento favoreceu experiências sensoriais, o contato com elementos naturais e o desenvolvimento da curiosidade científica.
Em sala de aula, professores e auxiliares apresentaram um teatro com curiosidades sobre cada fruta, abordando informações como época de colheita, nutrientes e importância para o crescimento saudável. Em seguida, aconteceu a degustação das frutas. A aparência diferente da pitaya e o tamanho delicado do mirtilo despertaram grande curiosidade nas crianças, que experimentaram os sabores e perceberam diferenças entre doce, azedo e textura, ampliando seu repertório alimentar. Algumas demonstraram surpresa e entusiasmo ao provar frutas ainda pouco conhecidas.
Durante a experiência, as crianças observaram as diferentes cores, levantaram hipóteses sobre o sabor, a origem e a forma de cultivo das frutas. Ao experimentar a pitaya, perceberam que a fruta deixava uma coloração intensa nas mãos e passaram a fazer marcas no tatame. Outro aluno realizava movimentos circulares no copinho, como se estivesse preparando uma comida, antes de levá-la à boca.
O momento proporcionou experiências sensoriais, artísticas e investigativas, permitindo que as crianças relacionassem alimentação, natureza e linguagem de maneira lúdica e significativa. Além disso, a vivência ampliou a percepção sobre as diversas possibilidades de exploração dos elementos naturais, indo além da simples experimentação alimentar.



